Polêmica sobre Marcos Feliciano
Se o interesse coletivo está acima do interesse pessoal
como assegura a constituição do estado brasileiro, não há como entender a
permanência do então deputado e pastor Marcos Feliciano á frente da comissão de
Direitos Humanos. Essa situação já está se tornando um exemplo dos absurdos
tolerados no meio parlamentar, afinal de contas já existe uma mobilização
nacional contra a permanência dele.
Até o presidente do supremo tribunal, ministro Joaquim
Barbosa esta semana precisou se manifestar a respeito do caso quando argüido
por uma aluna da Universidade Federal de Brasília. Ele afirmou que Marcos
Feliciano e suas questões complexas fazem parte da democracia. Mais que
democracia conivente é esta que precisa tolerar por tanto tempo uma situação
insustentável? Sim, porque a saída do parlamentar da presidência da comissão de
Direitos Humanos é uma questão de tempo, isso se a democracia citada pelo
ministro presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de fato for atuante,
pois o exercício da democracia se resume em nada mais que o desejo, a vontade
do povo executada por quem esteja no poder, ou seja, a vontade do povo é
soberana, no entanto neste caso não é isso que estamos vendo. Devemos levar em
conta que Marcos Feliciano é um cidadão livre e pode ter opinião própria sobre
qualquer assunto, isso é um direito assegurado que ele tem enquanto cidadão
brasileiro e enquanto pessoa, mais daí ele querer impor suas posições e
opiniões, como diz o adágio popular “guela abaixo” de toda uma nação chega a
ser muito mais que uma falta com a Democracia Brasileira, isto é o cúmulo do
absurdo. A impressão que fica é que estamos andando para trás e saudosos da
ditadura militar, onde uns poucos decidiam e toda a nação dizia “SIM SENHOR”. É
preciso que se tome uma atitude em
caráter de urgência contra essa situação. O parlamento precisa se manifestar a
favor das mobilizações e rever essa nomeação ou a Democracia Brasileira como
citou o ministro Joaquim Barbosa estará correndo sérios riscos. Começando com a
eleição de Marcos Feliciano que precisou ser realizada á portas fechadas e
agora a imposição dele que realiza as reuniões da comissão da mesma forma. É
irônico e no mínimo intrigante que as reuniões da comissão de Direitos Humanos
precisem ser realizada ás escuras, fora da supervisão popular, sem conhecimento
das pessoas, justo as pessoas que precisam da defesa desta pasta. Outro fato
curioso é a demissão coletiva dos funcionários que trabalham para a comissão,
seria uma demonstração do que ele pensa fazer com todos que ele possa e que
vierem a discordar das posições dele? O certo é que, ou se toma uma posição
urgentemente contra a permanência dele na presidência da comissão de Direitos
Humanos, e isto precisa ser feito pelos mesmos meios que usados para elegerem
ele, ou então, quem correrá sérios riscos é a Democracia que estará ameaçada
por uma minoria que não respeita todo um histórico da nação brasileira.
Bom dia Akil Nassor!
ResponderExcluirPenso que tu cometeu alguns equívocos. Um grupo de ativistas não representa toda a população brasileira, se fizer uma pesquisa com as famílias talvez tenha uma surpresa, é possivel (e muito provavel) que a maioria não partícipe das opniões ou visão de mundo desse grupo que você afirma nos representar, outra questão é a seguinte, o presidente da comição de Direitos Humanos não tem o poder de impor suas opniões "guela abaixo". Como muito bem você disse ele tem o direito de ter sua opinião a respeito de qualquer assunto, o presidente está aí pra coordenar a comissão, simplesmente isso.
Caro Akil Nassor, percebo que é um homem culto, ao contrario de mim que sou um tanto quanto ignorante não entendo nada de politica só estou tentando usar meu raciocinio logico, se colocarem qualquer outro no cargo da presidência de Direitos Humanos, ele o eleito, vai ter sua propria opinião a respeito de qualquer assunto, certo! Isso não me da o direito de ACHAR que ele vai impor de forma ditatorial sua opinião, só porque não concordo com ele a cerca de algum tema. Seria essa a melhor forma de descutir a DEMOCRACIA?