domingo, 14 de abril de 2013

Polêmica sobre Marcos Feliciano


Polêmica sobre Marcos Feliciano


Se o interesse coletivo está acima do interesse pessoal como assegura a constituição do estado brasileiro, não há como entender a permanência do então deputado e pastor Marcos Feliciano á frente da comissão de Direitos Humanos. Essa situação já está se tornando um exemplo dos absurdos tolerados no meio parlamentar, afinal de contas já existe uma mobilização nacional contra a permanência dele.
Até o presidente do supremo tribunal, ministro Joaquim Barbosa esta semana precisou se manifestar a respeito do caso quando argüido por uma aluna da Universidade Federal de Brasília. Ele afirmou que Marcos Feliciano e suas questões complexas fazem parte da democracia. Mais que democracia conivente é esta que precisa tolerar por tanto tempo uma situação insustentável? Sim, porque a saída do parlamentar da presidência da comissão de Direitos Humanos é uma questão de tempo, isso se a democracia citada pelo ministro presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de fato for atuante, pois o exercício da democracia se resume em nada mais que o desejo, a vontade do povo executada por quem esteja no poder, ou seja, a vontade do povo é soberana, no entanto neste caso não é isso que estamos vendo. Devemos levar em conta que Marcos Feliciano é um cidadão livre e pode ter opinião própria sobre qualquer assunto, isso é um direito assegurado que ele tem enquanto cidadão brasileiro e enquanto pessoa, mais daí ele querer impor suas posições e opiniões, como diz o adágio popular “guela abaixo” de toda uma nação chega a ser muito mais que uma falta com a Democracia Brasileira, isto é o cúmulo do absurdo. A impressão que fica é que estamos andando para trás e saudosos da ditadura militar, onde uns poucos decidiam e toda a nação dizia “SIM SENHOR”. É preciso que se tome uma atitude  em caráter de urgência contra essa situação. O parlamento precisa se manifestar a favor das mobilizações e rever essa nomeação ou a Democracia Brasileira como citou o ministro Joaquim Barbosa estará correndo sérios riscos. Começando com a eleição de Marcos Feliciano que precisou ser realizada á portas fechadas e agora a imposição dele que realiza as reuniões da comissão da mesma forma. É irônico e no mínimo intrigante que as reuniões da comissão de Direitos Humanos precisem ser realizada ás escuras, fora da supervisão popular, sem conhecimento das pessoas, justo as pessoas que precisam da defesa desta pasta. Outro fato curioso é a demissão coletiva dos funcionários que trabalham para a comissão, seria uma demonstração do que ele pensa fazer com todos que ele possa e que vierem a discordar das posições dele? O certo é que, ou se toma uma posição urgentemente contra a permanência dele na presidência da comissão de Direitos Humanos, e isto precisa ser feito pelos mesmos meios que usados para elegerem ele, ou então, quem correrá sérios riscos é a Democracia que estará ameaçada por uma minoria que não respeita todo um histórico da nação brasileira.

Um comentário:

  1. Bom dia Akil Nassor!

    Penso que tu cometeu alguns equívocos. Um grupo de ativistas não representa toda a população brasileira, se fizer uma pesquisa com as famílias talvez tenha uma surpresa, é possivel (e muito provavel) que a maioria não partícipe das opniões ou visão de mundo desse grupo que você afirma nos representar, outra questão é a seguinte, o presidente da comição de Direitos Humanos não tem o poder de impor suas opniões "guela abaixo". Como muito bem você disse ele tem o direito de ter sua opinião a respeito de qualquer assunto, o presidente está aí pra coordenar a comissão, simplesmente isso.
    Caro Akil Nassor, percebo que é um homem culto, ao contrario de mim que sou um tanto quanto ignorante não entendo nada de politica só estou tentando usar meu raciocinio logico, se colocarem qualquer outro no cargo da presidência de Direitos Humanos, ele o eleito, vai ter sua propria opinião a respeito de qualquer assunto, certo! Isso não me da o direito de ACHAR que ele vai impor de forma ditatorial sua opinião, só porque não concordo com ele a cerca de algum tema. Seria essa a melhor forma de descutir a DEMOCRACIA?

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