domingo, 18 de julho de 2010

A VERDADE SOBRE O DÍZIMO!




Ps.: Com o fim de esclarecer algumas dúvidas sobre o tema "Dízimos" à luz unicamente da bíblia, estamos publicando esse estudo que nos foi enviado por um amigo.
Também é verdade que cada um tem seu parecer, que deve ser respeitado, por este motivo estaremos dando oportunidade de comentários , contudo salientando que por hora, estaremos dando este assunto por encerrado, podendo voltar a discussão em posterior ocasião.

O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja. Mas, será que o Senhor Deus ainda exige que praticamos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois que o seu amado filho Jesus, se entregou a si mesmo em sacrifício vivo e pela aspersão do seu sangue na cruz nos remiu dos pecados. Vamos meditar na palavra, e conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado “dízimo”, que está sendo levado aos fieis de maneira distorcida, por muitos pregadores.

Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa:
Dízimo: A décima parte.
Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.

Como podemos observar, dízimo é a décima parte (de qualquer coisa) menos dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se Dízima. Mas, os pregadores pedem o dízimo, a confusão já começa por aí, não sabem o que querem e nem o significado do dízimo, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18, 19), o dízimo nunca foi dinheiro para os cofres das igrejas. Os dízimos aos levitas era exatamente dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e dos animais que nasciam em um determinado período. Alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:

Deuteronômio 14.24 a 27 – E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo.

Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, “Ele” instrui, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.

Portando amados, se o “dízimo” fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.
A palavra não deixa dúvida quanto ao dízimo da lei de Moisés, o qual nunca foi oferecido da forma que está sendo feito, porque o dízimo era consagrado ao Senhor. É profundamente lamentável o que está acontecendo, hoje o dízimo virou uma brincadeira, uma verdadeira farra nas igrejas, porque o dízimo não era dinheiro, mas sim, dez por cento da produtividade, para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje não existe mais a personalidade representativa do levita entre nós.

Então alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 para justificar que fora ordenado ao dízimo, ser levado para casa do tesouro. Isso não muda nada, a finalidade do dízimo continua sendo a mesma, ou seja, para produzir o sustento para os levitas.
Se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5 a 12 e Neemias 12.44 a 47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar os dízimos a casa do tesouro. A palavra diz:
Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento?

Mantimento: Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.

Ainda em II Crônicas 31.13 a 19, a lei mencionava que o quinhão dos dízimos eram partilhados às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. Hoje o dízimo está sendo totalmente distorcido da forma original para o qual o Senhor Deus o determinou. Está sendo direcionado para o líder da igreja ou à cúpula de uma organização religiosa, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não fora criado para assalariar dirigentes das igrejas ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco destinado a realizar obras missionárias ou mesmo para construir templos.

É inegável, ainda que o dízimo não tivesse sido abolido, hoje o homem estaria desvirtuando a finalidade para a qual lei o instituiu.

No Antigo Testamento, o rigor da ordenança do dízimo era a garantia do mantimento com abundância. Pagava-se o dízimo, para receber recompensa das coisas materiais, mas Cristo em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço, pagou o preço de sangue para que recebamos a paz, a graça e a oferta da vida eterna.
No Evangelho de Cristo, “Ele” nos ensina que não precisamos mais pagar dízimo para garantir as necessidades cotidiana de coisas materiais (alimento, vestimenta, etc.), a prioridade hoje é buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas nos serão acrescentadas (Mateus 6.25 a 33). E para receber a graça e as bênçãos do Senhor não precisamos pagar mais nada (Mateus 10.7 a 10). É “Ele”, quem nos dá a vida, a respiração, e todas as coisas (Atos 17.25). Esta verdade sempre foi omissa pelos pregadores.


OS DÍZIMOS ANTES DA LEI

O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20 – Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.
O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22 – Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto ganhasse, se em sua jornada fosse por “Ele” protegido e abençoado.

Em ambos os acontecimentos, não há registro na palavra do Senhor que tenha havido ordenanças ou determinação para que se dessem os dízimos. Especificamente nesses casos, deu-se por uma iniciativa voluntária, espontânea, ou por voto, como forma de reconhecimento, agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas. Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-lo como regra geral de doutrina nas igrejas, com o propósito de receber bênçãos e salvação, como muitos pregadores fazem, coagindo e chantageando os fieis em nome do sacrifício do Senhor Jesus.

O DÍZIMO PELA LEI - Números 18.21, 24, 26 – O pagamento do dízimo teve ordenança, fazendo parte do contexto da lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.
Deuteronômio 14.29 - Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.

Está na palavra, o Dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de fazer caridade aos necessitados, hoje é empregado com outros fins, diverso daquele que o Senhor mandou.
Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem toda a renda dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, é individual e intransferível, é entre você e Deus (Mateus 6.1 a 4).

Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24), com a finalidade de manter os filhos de Levi que administrariam o ministério na tenda da congregação, o quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), disse o Senhor que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
As demais tribos de Israel dizimavam aos Levitas o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam propriedades na terra.
Hoje, a situação está inversa, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar e em abundância de bens, para manter a mordomia desses, sob pretexto de ministrar a obra de Deus.

O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO- Marcos 16. 15 e 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.

O Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que “Ele” deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem insiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo abolidas? Pregar a velha aliança, é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas de pesados fardos, escravizando os que buscam a liberdade, verdadeiros condutores cegos, porque o Senhor assim os declara (Mateus 15.14).

No Evangelho de Cristo “Ele” nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que “Ele” referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o Juízo, a misericórdia e a fé; deveis porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimasse, porque “Ele” disse que “Deveis fazer estas coisas”. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra
do Mestre:
Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4). Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconheceu-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei. Vejamos:
Mateus 5.17, 18 – Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.

E verdadeiramente Ele cumpriu a lei. Foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.

Porém, quando Cristo rendeu o seu espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo, então passamos a viver, pela graça do Senhor Jesus, encerrando-se ali, toda ordenança da lei de Moisés.

O que precisamos entender de vez por todas, que Cristo não veio a ensinar os Judeus a viverem bem a Velha Aliança, “Ele” disse: “Um novo mandamento vos dou” João 13.34. “Se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão” (Gálatas 2.21).
Em Mateus 5.20 disse Jesus: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.

Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordena o pagamento do dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma cumprir o ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, hipócritas, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. A “Graça” do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento
humano.

A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se aos dízimos, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor. Hoje não é diferente, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo deixou bem claro, que no Evangelho, não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.

A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS - Hebreus 7.5: “E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”.
Neste versículo, a palavra afirma que os sacerdotes Levitas recebiam os dízimos por ordem da lei de Moisés.

Hebreus 7.11 – “De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico, (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão”? (referindo-se a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).

Hebreus 7.12 – “Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei”.

Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor diz: “Que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei” (Hebreus 7.5), “Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei” (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), a palavra não deixa qualquer sombra de dúvida, que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente, mudou também a lei.

AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM - A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo do povo, vem incidir sobre o versículo 8 deste Capítulo, observem o porquê:

Hebreus 7.8 - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).

No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. O Senhor Jesus Cristo disse que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimos homens que morrem, no que está legitimado no Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: “Todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá”. Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender, que os que tomam o dízimo não crêem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrerão os que assim procedem, tomando o dízimo do povo voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.

Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo
é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.

Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia. Estar sem a graça de Deus, é estar morto.

Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo

CONSIDERAÇÕES FINAIS - No Evangelho de Cristo não há ordenança para se tomar o dízimo, ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite para isso. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria; para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21); e quando Zaqueu lhe disse que daria ate a metade de seus bens aos pobres, “Ele” não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9). Disse apenas: “Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.

Muitos saem em defesa do dízimo dizendo: “Mas o Dízimo é bíblico” (Número 18.21 a 26). Certamente, como também é bíblico: a circuncisão (Gênesis 17.23 a 27), o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8 a 13), o apedrejar
adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. Tudo por ordem da lei de Deus que Moisés introduziu ao povo.

Então porque hoje, não cumprem a lei na íntegra, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas.


Apocalipse 5.9 - “...Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações”.

Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou dando o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: “Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens” (I Coríntios 7.23).

O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias. Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com esta pesada carga tributária, na maioria das vezes pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus, não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça do Senhor Jesus Cristo, o qual veio justamente para nos libertar do jugo da Lei.

Outra presunção é por parte dos que se beneficiam pelos dízimos, esses incorrem no erro ou por não terem competência e discernimento espiritual para entender que Cristo desfez a lei Mosaica na cruz, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente pela desobediência à palavra do Senhor.

Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, Cristo aboliu, com o seu próprio sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19).


12 comentários:

  1. (Elenildo)
    Antes de comentar o 3º texto em relação ao dízimo, será a última vez que falarei sobre esse assunto, porque creio que isso é uma questão de fé, fé essa que não deve ser abalada por circunstancias externas, tipo infidelidade ou enriquecimento de pastor. Mas vamos lá:
    1º - É interessante a utilização de duas palavras do nosso dicionário para tentar comprovar algo que não tem comprovação. Realmente, a palavra dízima tem a ver com a questão financeira e dízimo apenas a decima parte. Essa décima parte, vai ser entendida de acordo com quem queira usar, por exemplo: Quando Deus falou "Trazei TODOS os dízimos". Ao expressar TODOS, fica claro que aqui não existe exceção, esse exemplo fica mais claro quando lemos em Gênesis 14:20 que Abraão deu o dizimo de TUDO a Melquisedeque. Tudo o que? Tudo que ele possuía. O que ele Possuía? Gênesis 13:2 ele era muito rico em gado, prata e ouro. Seria, portanto, irracional achar que desse TUDO de Abraão, não estava incluído o dízimo dessa riqueza.
    2º - O livro de Hebreus fala especificamente sobre o santuário. E é proposito do autor, supostamente Paulo, fazer uma comparação entre o sacerdócio levítico e o sacerdócio de Cristo, que o primeiro teve fim, mas o segundo, permanece para sempre. Não é intenção aqui do autor de Hebreus, de maneira nenhuma dizer que o dízimo foi abolido, se fizer uma leitura de Hebreus 7: 4 - 10, o autor fala de dízimo mais em nenhuma parte de abolir. Continuar com o argumento de que os dízimos 10% das colheitas e etc. e dizer ainda que era pra ajudar as necessidades, é não entender ainda o encontro de Abraão com Melquisedeque. Porque Abraão era homem rico como citei no ponto anterior e o que ele possuía, quanto a Melquisedeque, além dele ser sacerdote, ele era rei de Salém, e geralmente os reis do povo antigo era muito rico e que necessidade será que esse rei tinha? Ficar mais rico? Como diz o ditado, o pior cego é aquele que não quer ver!

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  2. (Elenildo)
    3º - Pesquisando mais um pouco sobre os dízimos, para não ficar só na minha palavra e minha interpretação, conseguir um estudo sobre o dízimo na visão do povo judeus que aceitaram a Cristo, vejam o que eles dizem sobre o dízimo:
    “1. Primeiro Dízimo - Ministerial (Sacerdotal): Destinado exclusivamente ao sustento dos levitas e sacerdotes. 10% da melhor parte, o dízimo dos dízimos era repassado pelos levitas, aos sacerdotes (Lv 27:30-34; Nm 18:20-32; Ne 10:39; 12:44; 13:10,11; 2Cr 31:4-6; Nm 18:29, 11-14);
    2. Segundo Dízimo - para as Festas: Era usado para as despesas pessoais dos levitas, nas festas anuais onde Deus determinava e, mais tarde, em Jerusalém (Dt 12:5-19; 14:22-29);
    3. Terceiro Dízimo - Trienal: Também conhecido como “dízimo dos pobres”, era destinado para fins sociais; era separado a cada três anos e entregue aos pobres da terra de Israel”.
    (Fonte: http://www.israelitas.com.br/estudos/estudosVer.php?id=62).
    Eu já ouvir conversas em tempos atrás, que os judeus davam um terço de sua renda a Deus, mas nunca tinha visto isso por parte de um judeu, mais agora está ai a confirmação, eles davam até três dízimos, sou seja, 30%. E interessante, que mesmo a apostasia dos sacerdotes, como era o caso dos filhos de Eli, esses tiravam da oferta mesmo antes de ser oferecida a Deus como está em 1Samuel 1: 12 - 17; o povo continuava a oferecer, creio que porque eles entendiam "a Quem eles estavam oferecendo". Interessante que o povo foi reclamar com Eli e o mesmo repreendeu seu filho e falou o que o povo estava dizendo, mais não vi Eli dizendo que o povo iria deixar de devolver sua oferta. Imaginem que o povo dava três dízimos, com apostasia e tudo e não reclamava, hoje, oferecemos só UM e tem gente querendo deixar de oferecer!
    4º - Em nenhuma parte Cristo ensina que não precisamos mais devolver o dizimo, muito pelo contrario, Ele afirma que deve dar sim, Mateus 23: 23. O próprio autor do texto, citou esse verso aqui no primeiro tópico. Buscar o reino de Deus e Sua justiça, não significa em parte nenhuma desobrigação com a lei. E também nunca foi preciso pagar alguma coisa e também sempre foi e sempre será Deus quem nos concedera vida.
    5º - A falta de uma evidência, não evidencia uma falta, ou seja, não é porque não existe um registro para que se devolvesse o dízimo, não quer dizer que foi algo voluntário. Porque se fosse, o próprio Deus estaria seguindo algo inventado pelo homem, mas, como vemos na Bíblia, Melquisedeque era sacerdote do Deus altíssimo, ou seja, foi Deus quem o estabeleceu. E sabemos que os sacerdotes são instituídos pelo próprio Deus e Ele reservou para esses os dízimos de tudo. Jacó também disse que daria o dízimo, mas a quem ele daria? Com certeza a algum outro sacerdote designado por Deus.

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  3. (Elenildo)
    Só vou comentar até aqui, porque ainda não vi aqui nesses tópicos, nenhum argumento lógico ou que tenha respaldo em algo, mais é interpretação da cabeça do autor aqui do blog. Apesar de que conselho e água se dar a quem pede, vou deixar uma reflexão.

    Deus seria justo de acusar o povo judeus de ladrão e a nós deixar livre?
    Será que nesse assunto tão delicado, não deveríamos orar mais a Deus e pedir que o Espírito Santo nos iluminasse?

    Volto a afirmar, em Malaquias 3:8, o povo judeu, talvez tivesse muitos motivos para deixar de devolver o dízimo, talvez como nosso amigo aqui do blog, o povo pudesse achar que os sacerdotes eram corruptos, ou estavam ficando ricos à custa do povo e mil outros argumentos, mas Deus foi claro e direto ao afirmar, que o povo O estava roubando, roubando não só nos dízimos, mas também nas ofertas!
    E nós, não importa quais motivos tenhamos para não devolver os dízimos e as ofertas; será se Deus não nos acusaria de sermos ladrões? Fica na cabeça de cada um que ler o texto!
    Que Deus os abençoe!

    P.S. Ai pode ficar a pergunta: Mas porque você não vai mais comentar? Faltou argumentos?
    Respondo: Não, argumentos tenho de sobra. Mas não vou comentar por dois motivos, primeiro: Como Renato Russo, dizia em uma das músicas do Legião urbana, ele dizia o seguinte:
    "Quem me dera ao menos uma vez
    Provar que quem tem mais do que precisa ter
    Quase sempre se convence que não tem o bastante
    E fala demais por não ter nada a dizer".
    Interessante que ele fala de pessoas que tem mais do que precisa ter (digamos riqueza talvez) e falam de mais por não ter nada a dizer. (Qualquer semelhança é mera coincidência.

    E segundo: Respondo que nem Neemias: Neemias 6:3 "Estou fazendo grande obra, de modo que não poderei descer (no meu caso responder); por que cessaria a obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? (no meu caso vir aqui responder esses tópicos que até hoje não vi um argumento lógico).

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  4. Risos
    O comentarista "DEFENSOR DOS DÍZIMOS" apelou kkkkkkkkkkkkkkk.
    Mais não consseguiu provar nada, afinal de contas não mostrou onde é que fica o registro que perpetua a devolução dos DÍZIMOS, que este último atigo deixa bem claro e ainda afirma que os artigos não tem lógica. Me faça uma garapa com açucar quem quiser contrapor a abolição pelo Messias de todas as Leis Moisacas que envolve a devolução dos dízimos , com os costumes equivocados dos judeus que seguem até hoje o velho concerto do antigo testamento.
    Ficou até deselegante atacando o autor do blog, mais eu entendo sua postura irritada nobre amigo, mais como anunciei deixaremos este assunto de lado por hora, permitindo que cada internauta tire suas conclusões, afinal de contas, NENHUM DE NÓS SOMOS OS DONOS DA VERDADE, não é mesmo??
    Depois é bem nítido no anúncio deste blog, que o mesmo é um espaço democrático, portanto não me irrito com suas maldosas insinuações. Mais nunca esqueça: aqui tudo deve ser "SEM RETOQUES NEM MAQUIAGENS!!

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  5. (Elenildo)
    Mais risos rsrsrsrs
    Não apelei nada, apenas deixei minha ultima posição sem retoque nem maquiagem rsrsrsr.
    Só falei que não vou mais falar sobre esse assunto, postei três pontos, todos bem ligados e coerentemente explicados, ou seja, não são frutos do meu pensamento.
    Quanto a garapa com açucar quando você vir aqui em casa que você me deve essa visita tem muitos anos, ai eu faço rsrsrsr.
    Quanto a provar a perpetuação dos dízimos, deixei algumas perguntas e solicitei que fossem respondidas, mais até agora nada.
    Não ataquei o autor do blog, ataquei a "ideia ou pensamento do autor do blog", e isso é muito diferente. Pra ficar mais claro, vou citar dois exemplos.
    1 - Alguns anos atrás, FHC disse que no Brasil, quem se aposenta com menos de ciquenta anos era vagabundo, esquecendo ele que, ele mesmo era aposentado com menos de ciquenta anos;
    2 - Alguns anos atrás, antes de ser presidente do Brasil, Lula afirmou que, a transposição de aguas do velho Chico, só atenderia a um grupo de empresários; e hoje ele luta que vai atender a populuação pobre.
    Em ambos os casos, vemos dois homens inteligentes com ideias bestas ou ignorante. A mesma coisa tá acontecendo com você. Já te conheço de muitos anos e temos muito ponto em comum, mas, sinceramente me surpreendeu você defender esse ponto e não demonstrar (ao menos pra mim), um argumento lógico. Logo, ataquei suas ideias e não a você que é meu primo e que ainda temos muitas histórias pra contar rsrsr.
    Quando citei a musica do Legião, tem muito a ver com o que você está expressando, veja o quanto você coloca para tentar mostrar algo!
    Mas se você entendeu que o ataque foi a você, peço perdão e logo irei ai para pedir pessoalmente e te dar um abraço.

    Quando aparecer um tema mais coerente, tenha certeza que voltarei aqui e deixarei meu comentário SEM RETOQUE NEM MAQUIAGEM!
    RSRSRSRS

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  6. Meu amigo, li todos os comentários em relação ao dízimo e tenho uma pergunta:
    - Se o dízimo que foi devolvido por Abraão e Jacó; se o dízimo que foi entregue pelos israelitas foi um ato de ação de graça, como você quer defender, logo não foi um madato divino e sim um ato voluntário como você expressa. Logo o dízimo não pertencia a Deus e sim aos seus doadores que, espontaneamente ofereciam.

    Então por que Deus os acusa de ladrão? Como alguem consegue roubar algo que pertece a sí próprio?

    Porque se Deus afirma: "Vois me roubais nos dízimos e nas ofertas", conclui-se que o dízimo pertence a Ele. Se não pertecence, então estaria Deus se apropriando de algo que não era dele e seria Deus usurpador?

    Gostaria de uma clara explicação, obrigado!

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  7. (Elenildo)
    Dal meu velho, estou esperando você responder a pergunta ai tambem rsrsrs!
    Não sou seu vizinho, mas.... "Estou de olho em você!

    Um abraço!

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  8. Para você Elenildo e para o Anônimo de cima. rsrs.
    O que é que diz o salmo 24:1e2? diz o seguinte:
    "Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.
    Fundo-a Ele sobre os mares e sobre as correntes a estabeleceu.", veja mais o que diz no livro do profeta Ageu cap.2:8: "Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos."
    Portanto tudo que existe neste mundo, do pequeno átomo ás grandes montanhas, tudo sem excessão e isto envolve o ser humano que se julga insubordinado a Deus, tudo são pertences do Grande Criador. Afirmou o apóstolo que tudo é pra Ele e pra glória Dele. Então qual a dúvida de que a devolução dos dízimos é um ato de gratidão do ser humano reconhecer que é dependente de Deus? O dízimo serve pra isto, pra o homem entender que nada tem e que tudo vem das mãos de Deus. Nada de imposição.
    Mais temos que entender que Deus sempre teve um povo como referência na terra e este povo era os descendentes de Abraão, portanto com eles, os filhos de Israel, Deus fez uma aliança que envolvia a devolução dos dízimos como uma lei específica. Isto já foi mencionado e explicado anteriormente nas postagens. Mais como sabemos e fcou claro também aqui, a opinião de cada um é respeitada. Então Elenildo e o Anônimo sintam-se á vontade, afinal de contas aqui tudo é "Sem retoques nem maquiagens".

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  9. (Elenildo)
    Muito obrigado por ter citado o meu nome na resposta, mas, vou lhe dizer novamente, observe que minhas participações tem meu nome em cima tá?
    E como disse anteriomente na minha última resposa, me recuso a falar sobre esse tema rsrsrs!
    Um abraço Dal

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  10. Meu amigo, agradeço pela resposta, mas, que infelizmente mostra que você defende uma coisa que você não tem conhecimento. Olha só; dizer que tudo pertence a Deus, isso todo mundo ja sabe; o que nem todo mundo sabe, que talvez você esteja no meio, é que Deus não é dono de nossas ações, ele permite, pois se Deus é dono de nossas açoes, como entender as ações nazistas e terroristas? Agora, o que pra mim foi surpresa, foi você expressar que Deus fez uma aliança que envolvia a devolução dos dízimos como uma lei específica e que isso foi mencionado antes. Eu li novamente suas idéias e não vi isso em lugar nenhum, muito pelo contrário, você afirma várias vezes que o ato de devolver o dízimo era uma ação de gratidão do povo para com Deus e não uma aliança, ou seja, era uma ação do povo e não uma lei de Deus, e essa ação Deus permitia sim, como permitia todas as outras, mais Ele não era seu proprietário. Logo talvez por falta de argumentos ou por não querer admitir a verdade, você agora jogou essa justificativa que VOCÊ NUNCA MENCIONOU ANTES! O Elenildo sim que citou isso várias vezes e você combateu, agora vem você e confirma o que ele estava falando. Isso pra mim fica claro que é um retoque e uma maquiagem grotesca! Se não for, me explique melhor. E também gostaria que o Elenildo comentasse sua resposta!

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  11. Nobre Anônimo, sugiro primeiro que você saia do anonimato e dê a cara pra bater que nem eu e o Elenildo fazemos, e fazemos porque temos consciência do que estamos fazendo, se você não sabe nem mesmo quem você é não pense que tem o direito de seguir me ofedendo. Segundo, sugiro que você tenha atenção ao ler e reler antes de comentar pois tudo que lhe respondi está nos textos postados antes sim, mais sua ânsia em me afrontar ´parece ser maior que sua coerência. Aprenda a ler e refletir pra depois criticar. Eu aceito as criticas de bom grado e vindo de qualquer pessoa, desde que tenha a coragem de dá a cara pra bater e não ficar no ANONIMATO se achando SENHORE E ACIMA DA RAZÃO E DA VERDADE.
    Terceiro, deixo bem claro que este é um espaço democrático pra que cada um deixe sua opinião e seja respeitado independente que seguimento ela tenha.
    Quarto, Eu e Elenildo levantamos teses(diferentes, claro) mais você NÃO DISSE NADA.
    Então não se sinta no direito de me ofender por não concordar com você e com meu PRIMO Elenildo.
    Quinto, te respondi por educação e cortesia,a sua recíproca não é verdadeira e não vou ter o desprazer de te explicar mais nada, porque você já tem sua opinião formada e não sou eu quem vai mudá-la, além de que, como Elenildo, já havia dado o assunto por encerrado.

    Espero não ser mais incomodado por suas inconviniências.

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